Demonstração de Rastreamento de Foguete usando Fusão de Dados:

- Vídeo Clip (1 frame per 10 samples) nos formatos: MOV (5.41 MB), MP4 (5.41 MB), MPEG (4.03 MB), WMV (3.51 MB).

- Vídeo Clip (1 frame per 2 samples) nos formatos: MOV (26.1 MB), MP4 (26.1 MB), MPEG (18.0 MB), WMV (16.8 MB).

Nota: Para visualizar estes vídeo clips é necessário que o programa "player" correspondente esteja instalado no seu computador.

Estes vídeos mostram o rastreio obtido por fusão de dados das medidas dos radares de trajetografia Adour e Atlas durante lançamento da Base de Alcântara do foguete de sondagem VS-30, dotado de um estágio e recuperado por pára-quedas, na campanha Lençóis Maranhenses.

Em ambos os vídeos são mostradas as incertezas de posição e velocidade estimadas pela fusão dos dados mediante as elipsóides com probabilidade acumulada de 95%. As elipsóides não estão na mesma escala dos eixos cartesianos de posição x,y,z para facilitar a visualização. Ressalte-se que a incerteza de posição, representada pela elipsóide vermelha, é de tal monta que se tornaria ínfima caso apresentada na mesma escala que as coordenadas de posição. A incerteza de velocidade, em azul, está apresentada com um fator de conversão de [m/s] para representação nos eixos com dimensão de [m]. As áreas de impacto no solo, computadas assumindo cancelamento da propulsão e queda livre a cada momento, são mostradas com diferentes níveis de probabilidade acumulada de impacto em vermelho e amarelo. As áreas de impacto são computadas considerando a estimativa de posição e a incerteza de velocidade, com uma probabilidade acumulada, em torno da velocidade estimada.

O vetor azul indica a velocidade estimada. Na sua ponta aparece a elipsóide de incerteza na estimativa de velocidade.

O vetor vermelho indica a aceleração estimada. Nota-se o forte empuxo nos primeiros instantes devido à queima do motor-foguete no lançamento, caracterizando o vôo propulsado no qual a área de impacto move-se rapidamente sobre o solo, seguido pela estimação da gravidade durante o vôo balístico, em que a área de impacto quase não se move, e finalmente a estimação da aceleração causada pelo arrasto do pára-quedas.

Nesta fase, o veículo está ao sabor dos ventos e a área de impacto computada presume que o pára-quedas, a cada momento, é desconectado do veículo e este entra em queda livre.

No primeiro vídeo, as linhas vermelhas indicam, adicionalmete, a linha de visada de cada radar ao foguete de sondagem VS-30.

Estas animações foram produzidas no ITA pelo aluno Júlio Cesar Bolzani de Campos Ferreira sob supervisão do Prof. Jacques Waldmann (ITA, Divisão de Engenharia Eletrônica, jacques@ele.ita.br) usando o software MATLAB para processar dados reais disponibilizados pelo IAE e IEAv.

Texto atualizado em 3/dezembro/2003, vídeos atualizados em 11/setembro/2006.